O Modelo de Jogo para a Confiança do Treinador é um modelo que nos dá uma perspectiva de como aplicar a inteligência emocional em todas as intervenções que um treinador poderá ter ao longo da sua carreira.

Todos os que passam por esta profissão sabem a confusão que poderá ser o conjunto infindável de tarefas que um treinador poderá ter de cumprir.

Cumprir todas as suas funções com mestria poderá não ser nada fácil.

E não as cumprir com o nível superior ao qual, qualquer um de nós, quer ser visto, poderá retirar a credibilidade pessoal ao próprio treinador e poderá ser a causa das críticas pelas pessoas envolvidas.

O Modelo de Confiança do Treinador poderá ajudar-nos a saber lidar com a críticas e a saber a prioridade que deveremos ter nas nossas escolhas e decisões.

É por isto que o Modelo de Carreira pode fazer a Diferença.

É perfeitamente normal, quando um treinador chega a uma equipa, ter uma ideia de onde quer chegar com aquela equipa. Possivelmente poderíamos chamar a isso de visão.

O Treinador reúne com o presidente ou diretor e é lhe apresentado uma ideia geral do que se pretende ao contratar aquele treinador.

É bem possível que quando lhe são apresentados objetivos, metas, desejos, o treinador caia na armadilha do “fora de controlo”, “do impossível”, ou “da irrealidade”.

Tendencialmente o treinador já por si, ao querer envergar por uma profissão de alto risco, este seja motivado pelo desafio.

Então quando o presidente ou direção lhe apresentam um objetivo inicial, é perfeitamente normal, que mesmo que este seja irrealista, o treinador o veja como um desafio.

Começa aí, a viagem a um curto destino.

A motivação inicial, trás consigo a novidade, o desafio, a ausência de rotina… e todas aquelas sensações que o treinador procura, principalmente quando é mais novo.

Ao aceitar um destino irrealista, o treinador cai na armadilha da Direção do Clube.

A desculpa perfeita para o mandar embora quando quiser.

O Resultado que normalmente sugerem que o treinador atinja não está dependente dele, mas sim, de todas as outras equipas da mesma divisão, dos atletas, dos árbitros, da influência do clube na divisão, entre muitos outros aspetos.

Mas é pedido ao treinador um resultado classificativo na mesma.

O Treinador fica refém da sua necessidade de desafio, ou da sua necessidade de fugir à monotonia.

Com este domínio pelas direcções sobre resultados solicitados aos treinadores, com esta necessidade (de desafio) muitas vezes inconsciente pela parte dos treinadores, e com a dependência dos treinadores pela forma como os atletas realizam as suas ações dentro do campo, o treinador está preso a tudo aquilo que não determina.

Como todos sabemos, ou pelos menos deveríamos saber num determinado momento da vida, tudo aquilo que temos de gerar, todos os resultados que temos de criar, e que não dependem de nós, fazem surgir o nervosismo.

Aquilo a que a maioria chama de nervosismo, trata-se de ansiedade, misturada com medo, e triturada pela frustração.

Mais cedo ou mais tarde, como os resultados do treinador dependem de um conjunto de ações que não é ele que faz, o treinador pode cair na tentação de continuar a esforçar-se por ter mão e controlo sobre algo que não tem, e gerar frustração.

Frustração é quando temos uma meta e não a conseguimos alcançar.

  • É como estar a ganhar e no último minuto sofrer a reviravolta do resultado.

  • É como levar uma semana inteira a treinar um determinado movimento defensivo para anular o ataque do adversário e sofrermos um desses golos a acabar o jogo com uma desatenção de um dos defesas que deveria ter feito o que nós antecipamos nos exercícios de treino durante a semana.

Mas a verdade, é que se isto acontecer em um momento, tudo bem. O problema é quando acontece 2, 3 ou 4 semanas seguidas.

Queremos dar a volta a esta frustração, mas em vez disso, começamos a alimentarmos-nos dela, porque os atletas não conseguem dar resposta.

As respostas que treinamos, mas que não conseguem fazer transferência para o jogo.

Como as metas que nos solicitaram dependem disso e como nós treinadores não tivemos acesso a ferramentas de mudança comportamental, mudança emocional dos nossos atletas, então começamos a desanimar, porque não sabemos respostas para dar a volta à situação.

A frustração, quando continuada durante algum tempo, poderá dar espaço ao desânimo.

E estamos neste momento a falar de 2 dos 5 mais poderosos obstáculos internos do treinador e das suas equipas.

E isto acontece, porque a maioria de nós ainda não sabe como mudar emoções.

  • · A equipa sabe jogar.

  • · Os atletas têm condições para render.

  • · Os treinos são interessantes.

Mas algo está a bloquear isto.

Fora de nós temos tudo para ganhar.

Dentro de nós existe um vazio por falta de resultados que nos sentimos bloqueados.1

  • · Os resultados podem ser devastadores quando não temos uma direção, sem que essa direção dependa dos resultados.

  • · Os resultados podem ser aterrorizantes quando não temos uma forma de nos sentirmos motivados, sem que essa motivação dependa dos resultados.

  • · Os resultados podem tirar-nos a crença em nós próprios, quando essa mesma crença depende de algo fora de nós, fora das nossas ações, fora daquilo que controlamos.

Quando a motivação, a direção e crença em nós mesmos não depende de nós, então elas aparecem e desaparecem se houver resultados ou se não houver resultados.

Os resultados fazem-me ser aquilo que deveria ser por mim mesmo.

E daqui surge uma questão muito simples, mas de uma resposta algo complexa.

Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? A Confiança ou os Resultados?

5 Questões para refletir:

  • · Quem nasce primeiro, a confiança ou os resultados?

  • · Serão os resultados, o resultado pelo treinador ter confiança (na direção da equipa) e da confiança (naquilo que ele mesmo consegue gerar)?

  • · Ou será a confiança (na direção da equipa) e naquilo que o próprio treinador poderá gerar que nasce dos resultados conquistados?

  • · Poderá um treinador que não tem resultados, continuar a trabalhar completamente focado, motivado e sabendo onde quer chegar, para depois do insucesso começar a gerar sucesso.

  • · Poderá um treinador ter resultados e continuar a trabalhar completamente desfocado, relaxado e sem “pica” sobre o que está a conseguir gerar, para depois do sucesso cair no insucesso?

Independentemente do que cada um de nós como treinadores, acredita, possivelmente terá razão. As nossas crenças, convicções e as ideias em que colocamos o nosso foco, acontecem.

Por isso também se torna fundamental, ter uma ideia clara sobre o que acreditamos. E claro está que, aquilo em que acreditamos gera um comportamento que vai comprovar aquilo em que acreditamos.

Se não controlarmos aquilo em que acreditamos, possivelmente não conseguiremos mudar qualquer um dos nossos comportamentos.

Se eu acreditar que não sou capaz de motivar os meus atletas, sempre que farei um comportamento que não motiva, como passar-me da cabeça e gritar, estarei a direccionar o meu foco para esse comportamento para me provar a mim próprio que não sei motivar.

Se eu acreditar que não sou capaz de entrar numa equipa superior, porque só entram por cunhas, possivelmente não irei fazer nada para me candidatar a um determinado clube.

A ausência da minha “candidatura”, levará a que a direção não me conheça, não conheça os meus resultados, ou os meus métodos, e levará a que a direção opte por aqueles resultados que conhece.

Ora se conhece, é porque provavelmente foi por “cunha”.

Quantos treinadores estão presos por estas convicções, crenças e ideias que os estão a limitar?

A própria convicção irá comprovar-se através da ausência de comportamentos que a coloquem em causa.

Isso também acontece com os atletas.

Quando uma equipa da 1ª liga vai jogar com uma equipa da 3ª divisão ou da 2ª Liga para a taça, provavelmente “acredita” que vai ser fácil.

Ao acreditar nisso, não irá colocar todos os seus recursos desde o início do jogo. Quando ao final da 1ª parte se encontra a perder por 1-0, dá-se uma “revolta” e dão a volta ao resultado.

Reconfirmam que iria ser fácil, porque assim que quiseram, conseguiram. Estão prontos para que no próximo jogo, contra uma equipa um pouco mais difícil, possam perder o jogo.

As convicções provocam os nossos comportamentos. Se não soubermos gerir, influenciar, neutralizar, ou destruir estas ideias na cabeça dos atletas, possivelmente, não iremos estar prevenidos para os comportamentos que os atletas controlam dentro de campo.

Se não conhecermos as nossas próprias convicções, não poderemos controlar os nossos próprios comportamentos.

Seremos uma marioneta das nossas próprias emoções.

É isto que torna tão importante a inteligência emocional para o treinador.

Pois desta forma, o treinador aumenta o controlo sobre si mesmo, sobre a direção e a motivação pessoal, e que depois se irá repercutir (espalhar) por toda a equipa.

O que não é um Modelo de Confiança?

O modelo de confiança não serve como terapia ou ombro conselheiro.

Muitos dos treinadores que ainda não têm um e que podem se mostrar resistentes a avançar para aumentar a sua qualidade de vida e a sua qualidade de liderança profissional ao ter um modelo de confiança podem achar que este modelo é uma forma:

  • · de quando as coisas não correm bem, recorrer a um terapeuta ou psicólogo.

  • · de se motivarem quando não estão a ter resultados.

  • · de pedir conselhos a alguém quando se sentem perdidos

  • · usada apenas por aqueles que não têm capacidade de liderar as suas equipas;

  • · outros podem mesmo pensar em algum momento, que um modelo de confiança é para aqueles que não têm capacidade de se auto-regular ou não têm consciência do que fazem.

  • · Alguns até podem achar que este modelo é para os mais novos, porque eles já têm experiência com as emoções (apesar de continuarem a demorar algum tempo a mudar a sua frustração para motivação)

  • · Outros ainda podem achar que isto é para os mais velhos e maduros, porque como são novos, ainda aguentam muito (e esquecem-se que as primeiras oportunidades podem ajudar a definir as suas experiências que geram as futuras aprendizagens).

O Modelo de Confiança do Treinador é um Guia da Própria Motivação

Uma Estrutura Semelhante nos Treinadores que Ganham

Ao estudar os melhores exemplos da história, como a equipa All Black (rugby da Nova Zelândia), John Wooden (treinador de basquetebol vencedor de vários títulos nos E.U.A e mentor de guardiola), Guardiola (treinador de futebol com elevados records), José Mourinho (treinador de futebol com elevados records), encontramos uma estrutura semelhante.

Não que as ideias sejam idênticas, mas encontramos uma estrutura (que suporta as ideias) que é semelhante.

A estrutura de duas equipas que jogam em 4x3x3 pode ser semelhante e ambas jogarem de forma diferente. A estrutura é semelhante, as ideias são diferentes.

A estrutura que poderemos retirar destes vários exemplos de sucesso ao longo da história, é baseada em 4 grandes pilares, que partilharei contigo já de seguida.

Ao termos esta estrutura, ou seja, uma direção, o conhecimento da nossa motivação (o que nos motiva e o que nos desmotiva), a consciência das nossas convicções (crenças ou ideias que podem ser potenciadoras ou limitadoras) é impossível abalar a nossa estrutura, a nossa confiança, a nossa crença em nós mesmos.

A confiança segundo o estudo da estrutura destas entidades, vem de dentro, e não de fora.

A confiança é baseada naquilo em que acreditamos, e se tivermos um método que nos guie, e nos mantivermos focados nesse método, e nunca nos desviarmos para dar atenção a tarefas ou resultados que não temos controlo, vamo-nos manter focados e controlados. Motivados.

Como se constrói uma Estrutura para o Modelo de Confiança do Treinador?

Para construirmos esta estrutura vamos-nos guiar por 4 grandes pilares

1- Metas a Longo Prazo definidas como Visão

Imagina que vais fazer uma viagem por uma estrada sem luzes de presença, sem cadeeiros no exterior e o teu carro apenas tens os médios ligados.

Provavelmente irás a uma velocidade mais elevada do que se só tivesses os mínimos ligados, certo?

Se tivesses os máximos ligados ainda poderias ver mais ao longe o teu percurso.

Isto provavelmente trás a ideia de que quanto mais longo conseguires iluminar o teu caminho, mais facilmente poderás acelerar as tuas decisões.

Quando caminhas numa estrada escura, com pouca visibilidade, a confusão aumenta, a incerteza aumenta, e o receio de não controlares pode tomar conta da forma como guias o teu carro, concordas?

Ter metas a longo prazo, aumenta o teu desfoque do que acontece como problema hoje, porque consegues ver para além desse “agora pequeno” problema.

Quando se define que o objetivo do treinador é ganhar 3 campeonatos em 3 ligas diferentes, pouco importa se numa determinada época não conseguiste alcançar o título. O mais importante é a forma como vais alcançar a próxima, porque o objetivo é atingir os 3 títulos ao fim de um determinado número de anos.

Quando se define que o objetivo é fazer 80 pontos ao final da época, pouco importa quando perder um jogo, porque o mais importante é o que vais fazer a seguir no caminho do objetivo maior, e não o objetivo que não foi alcançado.

Quando um treinador está focado no título daquela época, e não sabe o que poderá acontecer nas próximas épocas, é normal que se associe e se entranhe mais na frustração “daquela época”.

E tudo se dilui quando para além dos resultados desportivos, existe uma visão superior, como por exemplo, “praticar o melhor futebol do mundo batendo records de cabazadas”.

Este tipo de visão poder ser adaptada a divisões inferiores. Mas é este tipo de visão que faz a diferença da consistência ao longo do tempo de um determinado treinador.

Por este está focado na visão e não no resultado imediato que não depende dele. Ao ponto de não se deixar influenciar pela mentalidade da direção que poderá pensar no “dia de ontem”.

2- Prioridades definidas como Valores

As prioridades são peças fundamentais ao longo da viagem.

Quando tens as prioridades bem definidas, não são os acontecimentos que fazem as tuas decisões. São as tuas decisões que são feitas para lidar com os acontecimentos.

Quando acontece o que acontece, as tuas decisões já estão tomadas, apenas as tens de aplicar de acordo com as tuas prioridades.

Quando um atleta da tua equipa, por opção própria, agride um adversário prejudicando a tua equipa, ficando 75% da competição a jogar com menos um atleta, simplesmente porque ele colocou o seu estatuto à frente da vitória da equipa, e a tua equipa perde, qual é a decisão que provavelmente irás tomar?

Já devia estar tomada de acordo com os teus valores, isto é, daquilo a que tu dás mais importância.

Há treinadores que podem achar que o próprio castigo é suficiente, e continuar a utilizar o atleta em outro momento.

Há treinadores que irão castigar com mais um ou outro jogo, ou mesmo, custar a titularidade perante outro atleta.

Certamente é fácil de entender que o que está por detrás das decisões destes dois treinadores foram os valores. Ou seja, o foco onde estão a colocar a importância.

No primeiro caso, teríamos uma preferência pelo resultado baseado no estatuto: o treinador seleciona os atletas de acordo com o estatuto que eles têm dentro da equipa. No segundo caso, teríamos uma preferência pela disciplina por exemplo: o treinador seleciona os atletas de acordo com o comportamento de dedicação ao que ele pretende na defesa do coletivo.

Nenhum dos dois está mais correto em comparação ao outro. Apenas estamos a definir prioridades para cada um dos treinadores.

Conhecer esta prioridade de decisões facilita ao treinador as escolhas perante os acontecimentos ao longo da época.

3- Ideias Fechadas definidas como Convicções.

Existem 2 tipos de ideias.

Ideias que nos limitam e ideias que nos potenciam.

Recentemente numa formação que estou a dar sobre Estratégias de Liderança para o Modelo de Jogo no Futebol, tive um formando que se dirigiu a mim e me disse:

“Carlos, eu não quero chegar lá acima, à primeira liga porque não quero trabalhar no meio de aldrabões”.

É curiosa esta frase.

Isto remete-me para a ideia de que alguns treinadores podem achar que será ideal trabalhar numa primeira liga porque ao ser profissional, estamos mais perto de ser desafiante e de ter pessoas leais porque também são pagas para isso.

Ambas as ideias podem estar corretas, dependendo claro no clube, das pessoas que estão nos clubes, se essas pessoas ainda lá estão passados alguns anos ou não. Então a primeira coisa que fiz foi aplicar uma técnica que normalmente ensino nos cursos que faço.

“Carlos, eu não quero chegar lá acima, à primeira liga porque não quero trabalhar no meio de aldrabões”, então perguntei:

  1. Só na 1ª liga é que há aldrabões?

  2. E todos na primeira liga são aldrabões, todos, não existe um único que não seja?

  3. E não haverá treinadores que querem trabalhar com aldrabões?

  4. E haverá aldrabões que querem trabalhar consigo?

  5. E não só no desporto é que há aldrabões?

  6. Ou será que haverá aldrabões em todo o lado, mas que o que precisas é de aprender a lidar com isso?

 

O que será que aconteceu a essa ideia negativa que ele tinha?

Essa ideia negativa deixava-o em estados emocionais de desânimo, que não o permitiam ter ações para entrar em clubes que não tinham aldrabões.

Então as nossas ideias negativas ou potenciadoras podem ajudar-nos ou limitar-nos a aumentar a nossa confiança por forma a sabermos como gerir a confiança, a motivação, e outras emoções que nos permitiram estar chegar aos objetivos que queremos, antes, durante e após a época.

4- Habilidades definidas como Competências

As habilidades são capacidades que vamos conseguindo desenvolver ao longo do tempo. Isto é, podem ser treinadas ou podem ser adquiridas aleatoriamente pelo “treino” nas vivências diárias.

Existem várias habilidades que um treinador tem de ter a capacidade de desenvolver, como

  • · a comunicação,

  • · a gestão do tempo,

  • · a gestão de prioridades,

  • · a liderança de exercícios

entre muitas outras que também já conhecemos como:

  • · a criação de um plano de treino,

  • · a reflexão e avaliação do treino,

  • · a condução dos exercícios,

  • · a organização do material.

Estas últimas habilidades foram treinadas através do curso de treinadores, através do dia-a-dia no campo.

Muitas delas de forma organizada, ou seja, obtendo conhecimento e depois aplicando, outras mesmo sem conhecimento, conseguiu-se transformar através da prática e da aprendizagem empírica.

Muitos treinadores, fora dos cursos, lêem livros e procuram aplicar, ao que chamamos aprendizagens auto-didática.

Para transformar um conteúdo de formação em capacidade ou em competência é preciso um ciclo de 3 peças:

informação » prática » repetição.

Infelizmente, muitos fazem formação, atrás de formação, e não fazem a prática necessária até serem competentes numa determinada área.

Então, procuram novas formações porque continuam a sentir-se inseguros nas suas práticas.

Outros não fazem formações novas, praticando e repetindo constantemente o que já sabem sem reflexão, o que não leva ao desenvolvimento da experiência, mas apenas à repetição dos mesmos erros.

Torna-se fundamental então seguir as 3 peças do puzzle da aquisição de competências:

Informar-se, praticar e repetir.

Este ciclo irá certamente potenciar ao máximo a confiança do treinador que aprender porque quer e não porque acontece.

Aprende o que quer quando quer e detém isso sobre controlo, podendo até formar um plano de desenvolvimento de competências por época, definindo que competências pretende formar-se em prioridade por cada ano de trabalho.

Este ano vou aprender mais sobre Comunicação:
  • Como comunicar no balneário antes do treino, no intervalo de uma competição e após um jogo.

  • Como comunico exercícios de treino por forma a colocar os atletas a entender tudo o que quero para não ter que repetir?

E isso poderá ser apenas o que o treinador procura num mês, enquanto treina a equipa, treinando-se a si mesmo, desenvolvendo paralelamente a sua confiança e transmitindo isso também para os seus atletas.

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Grande Abraço,

Trainer Carlos MSilva